A Estônia começou a levar inovação para o governo logo cedo, no início dos anos 1990, após sua independência e separação da União Soviética. Desde lá o país já colocou todas as suas escolas online, criou redes públicas de Wifi, implantou identidades digitais e desenvolveu um sistema robusto de troca de dados que reduziu a burocracia dos serviços públicos. Mas o último grande passo da Estônia na sua transformação digital foi a criação do programa de e-residência, que permite que empreendedores e cidadãos de outros países se tornem residentes digitais, dando direito a uma conta bancária e oferecendo a abertura de empresas remotamente.

Para entender melhor como funciona o processo de se tornar um residente digital, e quais são as implicações tanto para os empreendedores quanto para o país, conversamos com Gabriel Stürmer. Ele é o fundador de um estúdio de games chamado Cupcake Entertainment, e se tornou um e-residente da Estônia depois de passar por um processo de aceleração local.

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Escrito por João Paulo de Vasconcelos

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